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terça-feira, 27 de março de 2012

Education For Death: Educação Para A Morte - 1943

Sinopse: Esse curta de animação Disney foi baseado no livro Education for Death: The Making of the Nazi, Educação para a morte: A construção dos nazistas, de Gregor Ziemer. Contando a história de Hans, um garoto alemão que desde seu nascimento fora educado e influenciado pela doutrina nazista que o transformou e também distorceu seus valores e ideais. Este curta também foi relançado pela Disney em DVD na coleção Disney Treasures: On The Front Lines em maio de 2004.



Produção: Walt Disney Studio 
Direção: Clyde Geronimi 
Roteiro: Baseado no livro de Gregor Ziemer. 
Elenco: Art Smith (narrador) 
Gênero: Curta/Animação 
Origem: EUA 
Lançamento: 1943 
Duração: 10 min. 
Idioma: Inglês e Alemão 
Trilha Sonora: Ópera de Richard Wagner, A Valquíria.




Fonte: Disney

domingo, 4 de março de 2012

Donald Duke: Der Fuehrer’s Face - Pato Donald: A Face do Führer - 1942

Sinopse: A Face do Führer é um curta-metragem de animação produzido pela Disney em 1942 que satiriza o regime Nazista e sua forma de controle. Neste curta, Pato Donald torna-se um trabalhador vigiado sem qualquer tregua, que deve ocupar as 24 horas do seu dia atendendo ao rígido regime. Curiosidades: Durante o curta é possível observar o Pato Donald lendo um dos volumes escritos por Hitler, Mein Kampf "Minha Luta", considerado como um guia para os jovens nazistas. Em 1943 o curta recebeu o Oscar de melhor curta de animação e em 2004 foi relançado pela Disney em sua coleção de DVD's Disney Treasures: On The Front Lines.

Produção: Walt Disney
Roteiro: Joe Grant e Dick Huemer
Elenco: Clarence Nash(voz do Pato Donald)
Direção: Jack Kinney
Origem: E.U.A
Gênero: Curta/Animação
Ano: 1942
Duração: 08 min
Idioma: Inglês e Alemão




Fonte: Disney

Por HCA®™

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Guerras Mundiais: A Primeira Guerra

Desenho representativo das tensões européias antes da Primeira Guerra Mundial.

Primeiramente devemos compreender que o conflito chamado de a Grande Guerra, foi fruto de um encadeamento de crises ocorridas durante boa parte do século XIX. Ao final do século XIX quase todos os países viviam sob o julgo e o predomínio de nações européias, tudo devido à expansão imperialista, a intensa e crescente industrialização e o poder econômico. Devido aos avanços tecnológicos, científicos e a crescente valorização artística e cultural do mundo moderno (industrializado), a Europa viveu um período de (falsa) tranquilidade nomeado pelos poetas franceses de Belle Époque (Bela Época), época que trazia ao mesmo tempo contemplação pelas conquistas e estranhamento em relação ao novo. Infelizmente algumas disputas causaram um aumento da rivalidade entre nações industrializadas, além de confrontos e agitações nacionalistas de povos que reivindicavam territórios ou por estarem reunidos sob um mesmo Estado ou por terem sido separados. A França não aceitava a derrota na guerra Franco-Prussiana e a perda da Alsácia-Lorena em 1871, para a Alemanha, além dos confrontos pela posse do Marrocos o que gradativamente aumentou a rivalidade entre franceses e alemães. A Alemanha era uma importante potência industrial e nesse período já incomodava os britânicos devido aos avanços em sua produção de alta qualidade e seu desejo de novos mercados consumidores, principalmente no Oriente (Império Turco ou Otomano). Os britânicos sentiam-se ameaçados com o crescimento econômico da Alemanha e com os ideais expansionistas defendidos pelo imperador alemão. Mais ao Leste, o Império Otomano, via-se em decadência e enfrentava inúmeros movimentos nacionalistas na região dos Bálcãs, o que fez com que outras nações aproveitassem desses conflitos internos para tomar alguns territórios. A Áustria-Hungria (Império Austro-Húngaro) anexou o território da Bósnia. A Sérvia era um pequeno reino e desejava formar a "Grande Sérvia" ocupando assim territórios dos austríacos e dos turcos. Já a Rússia tinha grande interesse nos estreitos de Bósforo e Dardanelos, o que lhe daria uma saída e maior contato com áreas no Mediterrâneo. Durante esse período o Império Russo se alto proclamou protetor dos povos eslavos: tchecos, croatas, búlgaros, macedônicos e iuguslavos dando total apoio aos movimentos separatistas na região dos Bálcãs, contrariando assim o Império Austro-Húngaro, cujo império multinacional reunia diferentes povos: austríacos, alemães, húngaros, romenos, italianos e eslavos da Bósnia.

Para entender melhor as mudanças geopolíticas, confira os mapas: A Disputa dos Bálcãs.

Texto por mim escrito baseado em informações dos livros: História em Documento e Vontade de Saber História.

Por HCA®™

sábado, 6 de agosto de 2011

Guerras Mundiais: O Imperialismo

Podemos definir o Imperialismo como uma prática política e econômica de expansão característica do século XIX e início do século XX. Tal política expansionista praticada pelas nações (potências) européias tornou-se intensa após a segunda fase da Revolução Industrial, o que aumentou ainda mais a rivalidade entre as nações. Alguns fatores contribuíram para o fortalecimento dessa política: a busca por mercados produtores de matéria-prima valiosa na época (carvão, ferro e cobre); a busca por mercados consumidores de produtos manufaturados produzidos nas cidades industrializadas do século XIX; a descoberta de ouro e diamantes no continente Africano e o apoio dos governos das principais potências mundiais do período, que faziam o uso de ações imperialistas como meio de autopromoção e como propaganda para despertar um forte sentimento de orgulho nacional. Essas potências justificavam suas ações baseadas em ideias racistas desenvolvidas na Europa do século XIX, afirmando que a "raça branca" ou que os europeus eram civilizados, portanto superiores, tinham bons costumes e tinham alcançado o progresso, então deveriam levá-lo ao resto dos povos, mais ou menos o que ocorreu durante a época dos descobrimentos. Segundo os teóricos alemães e britânicos do século XX, o Imperialismo visa o investimento de capital externo e a propriedade econômica monopolista. (o monopólio) Assim o lucro, ou seja, a capitalização das nações imperialistas ampliava-se e também a absorção e a dependência dos países dominados, pois os monopólios, a mão-de-obra barata e abundante e os mercados consumidores levavam ao ciclo do novo colonialismo que também pode ser chamado de Neocolonialismo que é o produto da expansão constante das nações imperialistas. O continente Africano e grande parte do continente Asiático foram alvos dessas ações durante todo século XIX e as primeiras décadas do século XX, o que gerou um agravamento nas condições de vida daqueles povos e uma rivalidade ainda maior por parte das tribos e dos reinos africanos, além de intensificar ainda mais a rivalidade entre as potências imperialistas. Para saber mais sobre esse tema e a época que antecedeu a Primeira Guerra Mundial, recomendo a leitura dos livros: A Era dos Impérios (1875 - 1914) e também Da Revolução Industrial Inglesa ao Imperialismo ambos escritos por Eric Hobsbawn.

Texto por mim escrito baseado em informações dos livros: História em Documento e História Sociedade & Cidadania

Por HCA®™