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quinta-feira, 15 de outubro de 2009

BC - Professores do Brasil


Fico muito feliz em participar desta Blogagem Coletiva do Ponderantes e usarei aqui um trabalho pedido pela coordenação pedagógica da escola em que leciono para contribuir com esta iniciativa e para homenagear todos os professores do Brasil, em especial aqueles que fizeram parte da minha longa caminhada do saber. Primeiramente ao meu pai e a minha mãe por me educarem e me apoiarem e depois aos professores que me mais me marcaram positivamente: Leila, Emília, Terezinha, Dercy no Ensino Fundamental; Roseli, Delfina e Adelina já no Ensino Médio; e Maria Laura, Marli, Rosa e Lilían na faculdade. Sem me esquecer aqui da parte esportiva de minha vida e dos professores Domingos, Jânio e Claudemir. Aproveito também para conceder esta pequena homenagem aos alunos, pois sem eles não poderíamos transmitir aquilo que um dia, lá atrás, nos foi transmitido.

O trabalho proposto era ler o texto: "Acorda, educador", que vocês podem conferir no site: Construir Notícias e criar um texto respondendo a questão abaixo:


“Como podemos ser Cristo e Buda em nosso contexto pedagógico?"

Dificilmente seremos como Cristo e Buda, mas creio que o educador não recebe o título de mestre à toa, pelo contrário, temos uma bela missão e jovens discípulos para transmitir o conhecimento e para apresentar o mundo. Para tal, entretanto, é necessário ter determinação, muita paciência e boa percepção, pois em nosso meio faz-se necessário conhecer cada um, em sua essência se possível e por sua vez isso só é possível quando há um diálogo aberto, amistoso que transmita segurança aos interessados. O aprendizado é uma tarefa árdua, que exige concentração e um sacrifício diário de todos os envolvidos. Ao mestre cabe a função de orientar, transmitir e fazer com que seus discípulos estejam prontos para percorrer sozinhos a infinita estrada do saber. Aprendi ouvindo, lendo, imaginando, exercitando e cultivando em meu EU um desejo pelo conhecimento, pela cultura, pelo saber; desejo este que era apenas uma semente plantada em minha infância, antes mesmo de conhecer uma escola e que com o passar do tempo e a vida escolar só veio a crescer e fortalecer. Minha experiência como ouvinte, como aprendiz ou como discípula foi e ainda é tão intensa, tão especial e emocionante que meu desejo é de que eu possa plantar sementes assim em nossos jovens discípulos e que tais sementes sejam fortes e deem frutos no futuros. Focar o centro significa atingir positivamente nossos jovens alunos, estimulando seu aprendizado, transformando cada aula em uma nova e emocionante descoberta, ou seja, é preciso alimentar, cultivar a semente que hoje já existe dentro de cada um, e isso só é possível se todos praticarmos; fazendo do hábito de ensinar/estudar, um momento de relaxamento, questionamento, reflexão e acima de tudo de conhecimento do micro e do macro universo; de seu EU e de tudo que o cerca.

Feliz Dia dos Professores aos professores do Brasil !!!


Composição por mim escrita para a reunião pedagógica - CrazyAnge£

quarta-feira, 29 de abril de 2009

BC - O Filme de Minha Vida: The Goonies

"Conte tudo !!! Tudo !!!

Tá bom! Eu falo! Na terceira série, eu colei na prova de história. Na quarta-série, eu roubei a peruca do meu tio e colei na cara pra fazer o papel de Moisés na peça da escola. Na quinta série, empurrei minha irmã da escada e culpei o cachorro... Quando minha mãe me mandou para o acampamento para gordinhos, na hora do almoço eu cuspi tudo e fui mandado embora... mas a pior coisa que já fiz foi quando misturei vomito falso em casa, levei escondido ao cinema, subi nos camarotes e fiz um barulho tipo: - bleaarrrrgh, bleaaarrrgh e joguei lá embaixo sobre as pessoas na platéia. Foi horrível, todas as pessoas enjoaram e começaram a vomitar umas em cima das outras... Eu nunca me senti tão mal em toda minha vida!!!"
"Estou começando a gostar desse garoto!" - Diálogo entre os irmãos Fratelli e o Gordo (The Goonies)

Eu sou uma Goonie !

Esse filme com certeza deve ter marcado a infância de muita gente, e pode acreditar, não é sem méritos que até hoje muitas pessoas com quem converso tem saudades dos Goonies. Acredito que seja muito difícil citar um único filme para receber o título de "filme de minha vida", pois nossas vidas são marcadas por fases e por sua vez tais fases nos trazem lembranças de algo muito marcante que nos emocionou, que nos faz pensar, que nos ensina e nos faz crescer, algo que faz com que tenhamos uma identidade com uma época enfim, algo que nos ajudou a construir nossa personalidade, mas assim que soube da blogagem pensei em minha infância e não tem como não falar de um filme tão especial para mim. Sinceramente confesso que muitas vezes sonhei com aventuras como a dos nossos amigos do filme. Quem nunca sonhou ? Lembro-me muito bem quando vi o filme pela primeira vez (nem sei quantas vezes vi, mas foram muitas !) Não tem como explicar, mas a gente acaba vivendo, curtindo cada segundo do filme como se fosse real. Como se fosse uma vontade do inconsciente viver uma aventura assim. O filme é um misto de fantasia e aventura que cativou muitas crianças. Ah, e eu sei que tem muito marmanjo que tem saudades deste clássico ainda curte essa aventura ! Confesso aqui que até hoje quando assisto acabo me emocionando com a cena final em que a turma está reunida nas pedras observando o velho navio de Willie Caolho partir livre rumo ao crepúsculo assim como o descrito por Mikey ao contar aos amigos sobre o famoso pirata. Esta é uma das minhas cenas favoritas deste belo clássico dos anos 80!

O filme faz parte de uma das melhores safras do brilhante Steven Spielberg que como poucos sabe mexer com imaginação do público, principalmente de crianças e adolescentes. Na mesma época o cineasta estava envolvido em “Indiana Jones e o Templo da Perdição’, “De volta para o Futuro”, “Gremmlins” e “O enigma da Pirâmide”. Em Os Goonies, Spielberg não só participou como produtor executivo, mas foi o criador da história que fez dos Goonies um filme maravilhoso e tão marcante. Todos conhecem a história: A família de Mikey Walsh tem que abandonar seu lar e partir de mudança para outro lugar, separando assim Mikey de seus melhores amigos, os Goonies. No entanto, um dia antes da forçada mudança, as crianças encontram um antigo mapa do tesouro, sem pensar em outra solução para seus problemas Mikey e seus amigos partem em busca do tesouro perdido do famoso pirata Willie Caolho. A aventura começa aí...

Com o roteiro de Cris Columbus que também dirigiu outros sucessos infantis como "Uma Babá Quase Perfeita", "Esqueceram de Mim", e é claro, "Harry Potter e a Pedra Filosofal", e a direção de Richard Donner o filme tinha tudo para dar certo. Foi o que aconteceu ! A escolha de Richard Donner, de "A Profecia" e " Superman " e, mais tarde, "Máquina Mortífera" e "Radio Flyer" para a direção mostrou-se perfeita. Com talento para tantos sucessos de bilheteria e ainda assim, inteligência para tratar de um mundo mágico, Donner fez de Goonies um filme de aventura infantil de primeira linha. Diferente dos filmes de adolescente da época, Goonies não é adulto como “Conta Comigo” (Stand By Me - 1986), nem escrachado como as séries “Porky's” ou “A Vingança dos Nerds”. O filme mostra crianças se envolvendo numa aventura de fantasia sem perder seu jeito infantil ou seus medos e dúvidas. Este clássico é perfeito e se insere no inconsciente coletivo para buscar na essência das crianças a sede por aventuras; mexendo com acontecimentos comuns à toda infância: sonhos, caçadas ao tesouro, riscos desnecessários e acima de tudo, amor e fidelidade aos amigos. Goonies é um filme supostamente infantil, mas capaz de mexer com o inconsciente coletivo e garantir horas de emoção para todas as idades. Os Gonnies é realmente um dos melhores filmes de aventura de todos os tempos. Para quem gostou e tem saudades do bons tempos, a dica é essa: Os Goonies, o filme de minha vida.


Trailer - The Goonies

Trilha Sonora

Se você também é um Goonie e quer matar a saudades segue alguns links:

The Goonies

The Goonies Vacation


Resenha por mim escrita em 2002 para a revista virtual Vetado! baseada em informações do site Omelete.
Resenha modificada para a participação da Blogagem Coletiva: O Filme de Minha Vida proposta pelo blog: Fio de Ariade

sábado, 18 de abril de 2009

Quem foi seu Monteiro Lobato? Blogagem Coletiva Dia Nacional do Livro

Meu Monteiro Lobato foi meu pai. Foi ele o responsável pelo meu ingresso no mundo da leitura e a ele devo boa parte do conhecimento que adquiri e o interesse em buscar cada vez mais.
Meu pai sempre gostou muito de ler, era como um autodidata e assim ele acabou adquirindo um bom nível cultural que modestamente falando, permitiu a ele conhecer e discutir os mais variados assuntos como se tivesse concluído pelo menos uns três cursos superiores e estudado durante toda a sua vida. De certo modo ele acabou estudando, pois quando eu nasci, segundo a minha mãe, ele já tinha lido mais da metade da coleção de livros que a gente tinha em casa, principalmente a famosa coleção: Os Pensadores.
Foi dele que ganhei meu primeiro livro de aventura e minha primeira coleção infanto-juvenil, mas minha maior recordação mesmo é das tardes em que ele escolhia um dos livros de nossa “biblioteca”, me sentava em seu colo e mostrando as imagens ele lia e contava sobre personagens históricos, lugares misteriosos, cidades antigas, civilizações, tesouros, reis, rainhas, culturas etc. Com toda certeza tais experiências me fizeram tomar gosto pela leitura, pelos livros de aventura e pela História. O tempo foi passando, eu fui crescendo e às vezes eu passava horas lendo as histórias e admirando fotografias, imagens e mapas de livros como: As Grandes Civilizações Desaparecidas, Os Últimos Mistérios do Mundo, Nostradamus e o Inquietante Futuro, O Fim de Atlântida, Eram os Deuses Astronautas? E outros sobre, natureza, animais e dinossauros. Na escola, eu sempre escolhia os livros sobre tesouros, castelos, mistérios, piratas e fantasmas e dessa época os que mais marcaram foram: O Homem da Atlântida, O Vale dos Dinossauros e o Segredo do Ídolo de Barro todos da autora Elizabeth Loibl. O tempo passava e apesar do meu gosto pela aventura, não deixei de ler alguns clássicos da literatura, isso já na época do colegial. Aliás, as aulas de literatura depois das aulas de história eram as minhas favoritas! Enfim, eu sempre gostei de ler, no início era apenas escutar o que meu pai contava e folhear os livros; depois, ler algumas linhas e viajar nas imagens, depois o mergulho foi se tornando cada vez mais profundo, aprendi a ler e admirar as letras, a linguagem usada pelo autor etc. Passei então a desejar saber mais sobre o que eles escreviam, sobre a época descrita, sobre opiniões e sobre a importância do ler e do saber em nossas vidas. Graças ao meu “Monteiro Lobato” pude aprender a importância da leitura e a cultura que os livros podem nos transmitir e que ler é viajar sem precisar fazer as malas. Meu pai já é falecido, infelizmente não me viu fazer o colegial e nem cursar a faculdade, mas pelo que ele me ensinou, pelos nossos papos e pelas boas lembranças que tenho da minha infância sei o quanto ele foi importante e como é marcante ter alguém que o inspira a fazer algo bom. (...) Graças a ele, realizei um sonho, me formei em História (Professora e Historiadora) e o maior legado que ele poderia ter me deixado é o gosto pela leitura, pelas Ciências Humanas e Cultura em geral.

“A cultura não é de graça nem se afirma na mentira. Nessa vida tudo passa, o saber ninguém nos tira.”

domingo, 8 de março de 2009

Inclusão Social - Blogagem Coletiva


Exclua o Preconceito
a Diferença e a Falta de Consciência
Deixe de lado o Eu e abra espaço para o Nós
Somos Mulheres,
Negros, Índios, Caipiras e Pobres
Somos Homossexuais
Somos Iguais
Deixe de Excluir e Comece a Incluir

Não há Diferenças
Somos Especiais e Capacitados
Cegos, Surdos, Mudos e Cadeirantes
Mostre-nos o Caminho
Somos Vida e Energia
Trabalho e Disposição
Somos Todos Iguais
Temos Direitos e Deveres
Podemos Criar e Participar

Somos Jovens e Idosos
Cidadãos do Estado e da Nação
Somos Crianças a Brincar
Somos o Passado
Pertencemos ao Presente
E Juntos, faremos o Futuro

CrazyAngel

Composição escrita por mim para a Blogagem Coletiva - Inclusão Social

Aproveitando o tema, postarei em breve sobre Políticas Públicas Sociais e a Declaração Universal dos Direitos Humanos algo mais completo e mais bem trabalhado já que devido a correria dos últimos dias não pude finalizar o texto que gostaria de postar para a Blogagem Coletiva. Agradeço o convite e peço desculpas!

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Os Sete Pilares da Sabedoria - Blogagem Coletiva: 'O Livro da minha vida'

"Eu a amei e por isso tomei em minhas mãos estas marés de homens e minha vontade nas estrelas pelo céu imprimi, Afim de ganhá-la, Liberdade, a casa digna dos sete pilares, para que seus olhos pudessem brilhar Quando chegássemos.
A morte parecia me servir pelo caminho, até ficarmos perto e a vermos à espera; E quando você sorriu, por triste inveja ele se adiantou e para um lado a levou; Ao seu repouso. O amor, em exaustão, por um corpo tateou, breve onda, nossa por um momento, Antes que a mão insidiosa da terra a seus contornos explorasse e os cegos vermes engordassem Com a substância. Homens me rogaram que o trabalho iniciasse ,a casa inviolada, como uma memória de você. Mas por um momento justo a destruí, inacabada agora As ínfimas coisas se arrastam para erguer choupanas na sombra desfigurada De nossa dádiva".

"A sabedoria a sua casa ergueu e os sete pilares lavrou"

Durante a Primeira Guerra Mundial os ingleses unem-se aos Árabes na tentativa de vencer o Império Turco Otomano aliado da Alemanha, e assim libertar as terras existentes de Meca a Damasco. O livro trata sobre a Revolta Árabe, cujo o autor participou ativamente.
Thomas Edward Lawrence dá inicio a sua carreira militar, como tenente do serviço secreto britânico no Oriente Médio. Lawrence era arqueólogo e já havia trabalhado à beira do Eufrates. (Lawrence já guardava dentro de si uma paixão e um grande interesse pela cultura árabe)
Sendo escritor, militar e admirador da cultura árabe, Lawrence aproximou-se de Faissal, filho do xarife de Meca e um dos lideres da revolta. Logo o conhecimento e os ideais de Lawrence conquistam Faissal que torna-o seu conselheiro e comandante de um grande exército.
Como articulador ele consegue reverter a ocupação do território árabe, impedindo a retaliação turca, através de ações de guerrilha, como explosões de trens e estradas de ferro e aniquilação de reservas materiais. Uma Revolta que só termina com a tomada de Damasco. Após a guerra, Lawrence entra em conflito com o Governo britânico, por apoiar a causa árabe. Pede demissão do Exército; logo Lawrence constata o fracasso de seus ideais. Em 1919 torna-se conselheiro da delegação árabe na Conferência de Paz em Paris, onde vê antigas promessas de reconhecimento da soberania da nação árabe serem desfeitas, com a divisão dos territórios árabe.
Em 1922 recebe um convite de Winston Churchill para ser conselheiro de assuntos árabes na Conferencia do Cairo. (Lawrence foi um dos homens mais brilhantes de nosso século, diz Winston Churchill). Em 1935 o arqueólogo, escritor e militar morre vítima de um acidente de moto na Inglaterra, ainda hoje afirmam que a morte de Lawrence não fora acidental. (Há muitos mistérios que envolvem a vida de Lawrence, principalmente sobre sua morte e sobre sua verdadeira identidade.) Em 1962 o épico do deserto é levado às telas de cinema. Sob a direção de David Lean, o filme Lawrence da Arábia ganhou sete oscar e a consagração do American Film Institute como um dos dez melhores filmes de todos os tempos. (Esse é um belo filme, uma aventura emocionante para quem tem interesse pelo assunto. Lembro-me vagamente desse filme, eu era criança quando vi. Sempre me interessei por aventuras, acho esse é um dos motivos que me levaram a cursar História.) Escrito originalmente em 1919, Lawrence perde os manuscritos de Os sete pilares da sabedoria na estação ferroviária de Reading. Uma segunda versão é finalizada no ano seguinte, mas insatisfeito com o resultado o autor a destrói. Em 1926 Lawrence escreve uma terceira versão, revisada por George Bernard Shaw e publicada em uma edição artesanal restrita a amigos e escritores.

É engraçado pensar em homens que se tornaram heróis. Na verdade acho que há algo escondido por trás das ações e feitos dos heróis.
Arriscar a vida por uma causa, por um povo, ou mesmo por uma pessoa não explica o verdadeiro sentimento e o verdadeiro espírito desse herói.
Amor, desejo, paixão, bondade...mas qual é a verdade ? Um herói nunca diz o porque de suas ações. O que ele busca ? Talvez Lawrence da Arábia não tenha conquistado o que realmente desejava. Algo mais nobre que a liberdade de um povo ou uma nação que por muito tempo fora oprimida. Lawrence procurava uma razão, um motivo...
Mais do que as glórias conquistadas, ele procurava algo que homem nenhum jamais possuirá, a Liberdade. Liberdade de corpo, alma e coração, liberdade e paz espiritual, o verdadeiro encontro com o “EU”. A verdadeira sabedoria, a construção de algo real em sua vida. Algo que não pudesse ser destruído ou comprado. Mais do que uma aventura essa obra me faz pensar sobre o desejo humano, sonhos e incertezas. Não se pode perder algo que na verdade nunca se teve.

“ Os Sete Pilares da Sabedoria “ é um lúcido relato de uma aventura política, cultural e interior , cuja motivação talvez possa ser resumida numa frase do próprio Lawrence: “ Quando uma coisa estava ao meu alcance, eu não a queria mais. Minha alegria estava no desejo”. - T. E. Lawrence

Espero que tenham gostado desta resenha sobre um dos meus livros favoritos. Para quem não teve a oportunidade de ver o filme curta o trailer aqui: Lawrence Of Arabia

Esta resenha faz parte da Blogagem Coletiva "O livro da minha vida" promovida pelo blog: Fio de Ariadne

Resenha por mim escrita em 2002 e publicada pela, infelizmente, extinta revista virtual: Vetado!