sábado, 1 de setembro de 2012

Impreciso


Desconheço suas queixas e, portanto meus erros.

Apenas, penso, sinto, questiono,

E escrevo...

Difícil medida.

Penso em dizer-te inúmeras palavras,

Apenas escrevo-te, e já não basta.

Minhas incertezas e meus medos já não cabem em minhas letras,

Falta algo.

Impreciso!

Desvio, caminho a escolher...

Penso no silêncio, e em uma conversa.

O esclarecer, o pesar,

O valer, e vale muito!

O dar e receber.

Interrogo-me na solidão, em silêncio, no meu quarto,

Falta algo.

Minhas letras se perdem em mim, estão sem sentido e não dou a elas a liberdade,

A magia que se traduz e interpreta.

Minhas verdades, o meu EU...

Aquele encanto!

Comunicação perdida aos poucos.

Interpreto-te sem dom algum,

Escrevo-te e minhas letras já não valem.

Falta algo.

Resolução em questão...

Pergunte-me!

Diga, pois não temo qualquer verdade.

Temo o desencontrar dos sons e das letras,

O descompasso

No amanhã e no seguir dos dias.


CrazyAngel

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Vento Guia


Minhas letras ao sabor do vento,

Levam-me ao horizonte

Ora nublado, Ora ensolarado.

Minhas letras navegam de mansinho pelo mar,

Sem pretensões ou qualquer ilusão.

Pois o vento que sopra é meu guia,

Doce e perfumado guia, brisa leve.

Minhas letras eximem-nos de quaisquer responsabilidades,

Então navegamos,

Pois tenho apreço pelo que és, pelo que sou e pelo retornar,

Sempre que a tempestade se aproximar.


CrazyAngel

quinta-feira, 30 de agosto de 2012


Que a tristeza e suas lágrimas sejam como as cinzas e que delas, assim como na mitologia, a fênix que há em você renasça com todo brilho e amor.

CrazyAngel