A Páscoa como acontece com a maioria das comemorações por nós conhecidas, tem sua origem nas tradições pagãs, ela é uma festa em homenagem a chegada da Primavera celebrada pelos antigos povos pagãos da Europa. Nessa época do ano tais povos homenageavam Ostera, ou Eostre, deusa germânica da fertilidade. Ostera (ou Ostara) é a Deusa da Primavera, Deusa da Aurora, que segura um ovo em sua mão e observa um coelho, símbolo da fertilidade, pulando alegremente em redor de seus pés. Ostara equivale, a Persephone na mitologia grega e Ceres, na mitologia romana. O Sabatt de Ostara é um antigo festival pagão que celebra o equinócio de primavera, período em que os dias e a noites tem a mesma duração marcando assim o equilíbrio das forças naturais. Algumas das tradições e rituais que envolve Ostara, inclui fogos de artifícios, ovos, flores e o coelho ou a lebre. Ostara representa o renascimento da terra, muitos de seus rituais e símbolos estão relacionados à fertilidade e ao equilíbrio. Durante algumas épocas, com as mudanças religiosas e culturais na maior parte da Europa, a Deusa Eostre assumiu vários nomes diferentes como Eostra, Eostrae, Eastre, Estre e Austra, mas sempre foi considerada a Deusa da Fertilidade plena e da luz crescente da primavera, além de também ser associada a Beleza, a Pureza e a Juventude. Os conhecidos símbolos da Páscoa Cristã vêm destas antigas tradições. Os ovos são a representação da fertilidade, eram pintados com símbolos mágicos e eram enterrados ou lançados ao fogo como presentes aos deuses. Seria o Ovo Cósmico da Vida chocado pela luz do Sol que deu origem a todas as coisas. Portanto, a Páscoa nada mais é do que a representação da vida, a chegada da primavera, o equilíbrio entre os ciclos; o renascimento e a renovação da natureza em seu todo.
Texto por mim escrito baseado em informações contidas na internet

